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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

FEIRA INTEGRADA - INFORMÁTICA EDUCATIVA

Infokids - uma parceria de 10 anos!
As boas práticas inseridas no uso da Informática Educativa como ferramenta auxiliar no ensino, mostrou seu resultado na Feira Integrada da escola conveniada à Infokids há 10 anos. Projetos modernos e inovadores com alunos do 1º período ao 9º ano foram exibidos na sala de informática com a presença de pais, alunos e visitantes.

Os Projetos
Os projetos realizados pela Infokids ensinam o uso avançado do computador na realização de tarefas dentro do projeto pedagógico da escola.

Os alunos avançam em seu conhecimento em tecnologia com programas de uso profissional que só conheceriam em cursos de 1º linha do mercado.2015-10-24_10-43-07_534

Alguns dos projetos realizados:
– Planilha de cálculo para controle de consumo de energia elétrica. O uso de fórmulas e macros permitiu o desenvolvimento deste importante programa que mostra de forma clara o valor que cada eletrodoméstico adiciona na conta de luz.

– Produção de filmes – alunos do 3º ano utilizando o programa Muan criaram filmes com dicas de economia de energia. Estes filmes foram “linkados” a uma página HTML ficando disponíveis na Internet. Na exposição os pais tiveram acesso ao programa em Notebook´s equipados com fones de ouvido.
– Na Educação Infantil podemos citar a criação de eBook sobre brincadeiras infantis com textos digitados pelo 1º ano e ilustrações criadas pelo 3º período no programa KidPix.
Na Feira, a Infokids utilizou o “mural virtual” com os trabalhos sendo mostrados nos computadores separados por séries. Os trabalhos ficam armazenados em Nuvem privada da Infokids podendo desta forma serem enviados pelos pais para seu e-mail pessoal, impressos remotamente, compartilhados ou vistos posteriormente de qualquer lugar pelo acesso remoto ao nosso sistema de armazenamento.
Informática Educativa

Esta é a proposta da Infokids, ensinar aos alunos o uso da informática como ferramenta importante na criação de soluções e sistemas para o dia a dia, assim como realmente é. Desta forma cultivamos talentos que futuramente poderão ser responsáveis pela criação de programas que ajudarão a facilitar a vida de muitas pessoas.

Infokids Computação

segunda-feira, 27 de julho de 2015

A GERAÇÃO SMART NÃO É NECESSARIAMENTE INTELIGENTE

A frase do professor de Psicologia da Aprendizagem e do Desenvolvimento e da Personalidade do Instituto de Psicologia da USP – José Leon Crochik – nos faz pensar na influência digital na aprendizagem, questão bastante pensada e discutida atualmente no ambiente escolar.
                                                         

A questão principal é como essa “geração smart” irá aprender e reter o conhecimento.      

        

Do ponto de vista da Neurociência, o uso dessas tecnologias impacta o funcionamento do cérebro. Segundo o neurocientista Fernando Louzada, “toda nova ferramenta incluída na vida de uma pessoa passará a ser representada pelas redes neurais e a fazer parte do corpo. Daí aquela agonia de não poder  ligar o celular no voo – parece que falta uma parte do nosso braço”.
                                    
No entanto, não há como afirmar se há diferença no cérebro dos que já nasceram com a internet consolidada. O professor José Leon diz que temos “uma geração dispersa, mas todos os estímulos dão mensagens similares e, portanto, são fixadas em nossa memória”.

Geralmente não há o aprofundamento para a compreensão dessa informação.


               
Todo o aparato tecnológico vai de encontro a faixa etária de 0 à adolescência, pois traz respostas rápidas e recompensas imediatas. O que preocupa é que crianças e jovens podem aprender a operar aparelhos, mas não compreenderem o conteúdo que transmitem. Daí, a falsa ideia de autonomia pode prejudicar o desenvolvimento, pois é fundamental a mediação do adulto na aprendizagem, desde a primeira infância até a adolescência.
               
Vygotsky já nos dizia que o ser humano aprende, amadurece e se desenvolve a partir da relação com o outro.
                
Como tudo que é feito em excesso, as crianças precisam combinar o que é digital com o analógico, os jogos virtuais com os reais/físicos e a escrita digital com a manual. Quanto maior a variedade de estímulos, maior riqueza de possibilidades para a aprendizagem.
               
Segundo a neurocientista Carla Tieppo, “no contexto atual, no qual os estímulos chegam das mais variadas fontes, é preciso ter atenção redobrada às atividades que exijam um pouco mais de esforço mental. Especialmente com as crianças, que ainda estão com o cérebro em construção. O estímulo por si só, se não for organizado, entendido, se não gerar uma experiência, só trará estresse”.
               
Nesse quadro, cabe às escolas e aos educadores uma mudança nos seus próprios conceitos e nas maneiras de educar – o jovem de hoje gosta de ser desafiado.

               

Os seis primeiros anos de vida formam a época que a criança se desenvolve mais do que em qualquer outra época da vida. 


A qualidade desse desenvolvimento depende em grande parte das oportunidades diversificadas de experimentação e trocas com o outro e com os conhecimentos que adquire na escola e na família.
               
Precisamos equilibrar momentos “on” com outros (e muitos) “off” para que nossas crianças vivenciem, experimentem, cheirem, toquem, coloquem os pés no chão, convivam com o outro, interajam, mexam na terra, testem suas hipóteses e busquem novas alternativas e respostas.

O equilíbrio em educação é primordial, necessário e fundamental.


Denise Philot.
              Coordenadora Pedagógica do Berçário
 ao 1º Ano do Ensino Fundamental.