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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

A IMPORTÂNCIA DE MATRICULAR UM FILHO NA EDUCAÇÃO INFANTIL




“ A verdadeira novidade nasce sempre de um retorno às origens”.
( Edgar Morin ).


É na infância e na sua dimensão criadora que tudo começa…

É através das experiências e vivências que as crianças têm em seus primeiros anos de vida e das interações com as pessoas e com as “coisas do mundo”, que a criança forma-se como “ser humano”.


As crianças se tornam cidadãs sendo cidadãs desde a mais precoce idade.






É através da brincadeira, do lúdico, que a criança se constroi e se expressa. Ao brincar, ela experimenta, compara, coopera, ganha, perde, comanda, testa hipóteses, planeja, coloca-se no lugar do outro, imagina e realiza, habilidades fundamentais para a aprendizagem de conteúdos e o conhecimento de si e do mundo.
                
A escola tem como papel construir saberes, revelar talentos, abrir novos horizontes e aproximar relações humanas.


                                                                              



Denise Philot.
Coordenadora Pedagógica da Educação Infantil.
                                                                 


terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

O PROCESSO DE ADAPTAÇÃO



 O PROCESSO DE ADAPTAÇÃO.

A adaptação é um momento muito importante na vida da criança, da família e da escola. Ela vai ocorrendo gradativamente, até que a criança mostre-se segura no ambiente escolar. A escola já organiza sua rotina nesse período com atividades voltadas ao acolhimento e a recepção alegre e carinhosa aos seus alunos.



Nesse processo, a integração e a comunicação entre a família e a escola é fundamental, levando em conta fatores importantes sobre o processo de adaptação, como:

1 - A decisão de colocar a criança pequena na escola deve resultar de atitude pensada, consciente e segura;

2 - A vinda da criança para a escola deve ser preparada; entretanto, evite longas explicações para ela, pois isso pode despertar suspeitas e insegurança; 

3 - A separação, apesar de necessária, é um processo doloroso tanto para a criança, quanto para seus pais, mas é superado em pouco tempo; 

4 - Cuidados devem ser tomados nesse período de adaptação em relação a: troca recente de residência,retirada de chupeta ou fraldas, troca de mobília do quarto da criança, perda de parente próximo ou animalzinho de estimação, etc. 

5 - O chorinho na hora da separação é frequente e nem sempre significa que a  criança não queira ficar na escola; 

6-  Evite comentários sobre a adaptação da criança em sua presença; 


7 - Cabe ao familiar ou responsável, entregar a criança ao educador, colocando-a no chão e incentivando-a a ficar na escola, ressaltando as descobertas novas que fará nesse ambiente. Não é recomendável deixar o educador, pessoa que a criança ainda está em processo de vínculo afetivo, com o encargo de retirar a criança do colo do familiar;

8- Nunca saia escondido da criança. Despeça-se naturalmente, avisando que voltará logo para buscá-la.

9 - A sala de atividades é um espaço que deve ser respeitado e a presença de pais e responsáveis nela, além de dificultar a compreensão da separação e gerar expectativas, fará as outras crianças  cobrarem a presença de seus pais; 

10 - Incentive a criança a procurar a ajuda do seu educador quando necessitar algo, para que crie laço afetivo com ele;

11 - Lembre-se que o educador atende às crianças em grupo, procurando distribuir sua atenção igualmente, promovendo junto com a mãe a integração da criança;
 
12 - Se os pais confiam na escola, sentirão segurança na separação e esse sentimento será transmitido à criança, que se adaptará melhor a nova situação; 

13 - O período de adaptação varia de criança para criança, é único e deve ser avaliado individualmente;
 
14 - A adaptação das crianças de período integral inicialmente deve ser feita em um turno(manhã ou tarde).



Denise Philot
Coordenadora Pedagógica da Educação Infantil
8denise@babylandiaeatuacao.com.br

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Há 20 anos nascia um sonho. Nascia a nossa escola.

O depoimento a seguir é da nossa Diretora Maria Cláudia Sampaio.
Ele é emocionante e encorajador.
Vale a pena acreditar no seu sonho.
Aproveite a leitura.


"Desde bem pequena sempre tive o desejo de ser professora, nada me encantava mais do que a ideia de poder ensinar e perceber o crescimento intelectual das pessoas. Filha de pais separados e caçula de três filhos, fui criada por minha mãe que com muita dificuldade conseguiu nos oferecer uma educação pautada em princípios éticos e de cidadania. Aos dezessete anos entrei na faculdade de letras. Começava, então,  o sonho de ter a minha própria escola. Uma escola que pudesse olhar cada criança com um olhar individual, que conseguisse perceber as peculiaridades de cada uma delas e ainda, ensinar com prazer.

Essa é a tia Claudia fiscalizando a obra do nosso Berçário 
No mês de Setembro do ano de 1992, após meu marido, meu parceiro, receber uma comissão, ele me disponibilizou a quantia de U$ 3.000,00. Era pouco, mas era o que tinha em mãos. Após muita procura, conseguimos uma casa pra alugar. Como o dinheiro era pouco nós mesmos tivemos que quebrar, pintar, consertar... O 1º berço era do meu filho, panelas doadas da sogra, brinquedos comprados a prestações... No dia 05 de Janeiro de 1993 começava a realização de meu sonho. O início foi difícil, iniciamos o ano com apenas 15 crianças, o dinheiro não dava pra pagar funcionários e então nós mesmos cozinhávamos, trocávamos fraldas e fazíamos a limpeza. Como existiam muitas escolas próximas, precisava pensar em um diferencial e então começamos a trabalhar em horário integral oferecendo para as crianças todas as refeições e até mesmo a opção de “hotelzinho” nos fins de semana. Atendíamos crianças de 6 meses até 3 anos. A notícia se espalhou pelo bairro e começamos a receber muitas visitas e as matrículas foram acontecendo. Era hora de investir. Fui ao banco e fiz um empréstimo para a compra de brinquedos de pátio e também mandei fazer folhetos de propaganda para distribuirmos pelo bairro. Ao final do 1º ano já tínhamos 32 alunos. A essa altura já tínhamos 5 funcionárias com carteira assinada.  Era muito trabalho, chegava à escola as 06h30 e só ia embora por volta das 21h após deixar tudo arrumado e preparado para receber as crianças no dia seguinte ás 07h. Ao fim do 2º ano de trabalho a casa ficou pequena pra nós, tínhamos por volta de 60 alunos .Apareceu na rua de nossa escola uma casa à venda que era de espólio e por essa razão, com preço menor no mercado. Não pensamos duas vezes, fomos ao banco conseguimos parte do dinheiro e vendemos nosso apartamento. Compramos a casa! Fomos morar com minha mãe. No início de 1996 mudamos de endereço e começamos também a trabalhar com turmas de alfabetização. Foi um ano difícil. A escola a essa altura já era conhecida no bairro pelo carinho e seriedade com que tratávamos as questões de educação. Percebi que precisava me dedicar mais as questões administrativas e delegar as questões pedagógicas a outras pessoas. Comecei a ler e pesquisar mais sobre administração. Fazíamos todos os meses uma reunião com todos os funcionários para ouví-los e dessa forma, aperfeiçoar e melhorar o nosso trabalho. No ano de 1999 comecei a perceber a necessidade de oferecer mais aos meus alunos. Pensei na possibilidade de aumentar a carga horária do inglês e dessa forma me dediquei à pesquisa de escolas bilíngues. Estudei muito, consegui um estágio em uma escola bilíngue, fui visitar algumas escolas americanas e assim surgia a 1ª escola bilíngue de Niterói. Única escola bilíngue reconhecida pela Secretaria de Educação."

Continua no próximo post.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

QUANDO RETIRAR AS FRALDAS?


O início da retirada das fraldas sempre gera grandes dúvidas nos pais. Esse deve ser um momento tranquilo, considerado como parte da vida da criança e dos pais e encarado sem angústias. O seu bebê está crescendo, tornando-se mais independente e deixando a mamãe mais livre também. É uma nova etapa, uma nova relação entre pais e criança que começa.
   
Os pais não devem ter pressa nesse processo. Uma criança que não tem maturidade suficiente para controlar seus esfíncteres (músculos que controlam a saída da urina e fezes) e é forçada a deixar as fraldas, pode ter sérios problemas de incontinência urinária ou de intestino preso. Portanto, não há nada melhor do que dar tempo ao tempo. A criança precisa ter algumas habilidades para começar ficar sem as fraldas. Ela deve conseguir ficar sentada sozinha de 5 a 10 minutos, andar, falar para conseguir pedir para ir ao banheiro e tirar suas roupas que devem ser de fácil manuseio, como a de elásticos.
   
Geralmente, uma criança de 2 anos de idade já se encontra pronta para o início da retirada das fraldas. Nunca se esqueça que cada criança tem o seu desenvolvimento e o seu tempo para aquisição de habilidades. Respeite o momento de cada criança.

   Tá chegando a hora ...
  • Uma dica para reconhecer que já pode começar o treinamento é quando a criança aponta ou comunica que está suja ou que está fazendo xixi ou cocô ou então quando se interessa pelo o que os pais ou irmãos vão fazer no banheiro.
  • Explique sempre o que acontece no banheiro de forma que a criança possa entender que aquele lugar é o ideal para fazer o xixi e o cocô. Deixar a porta do banheiro aberta faz com que a criança imite os mais velhos e perceba que esse “ritual” é corriqueiro.
  • Quando a criança conseguir passar uma grande parte do dia seca já se pode retirar a fralda. Não deixe de oferecer o banheiro ao pequenino várias vezes ao dia. Após o início do controle, ainda leva de 5 a 6 meses para que se efetue. Deve-se adaptar o vaso sanitário para a criança e estimular a utilização assim que estiver fazendo uso efetivo do penico.
  • Nunca retarde a ida ao banheiro quando a criança pedir. Respeite seus limites e capacidades. A fralda noturna pode ser retirada quando a criança começa a acordar seca. Isso acontece logo depois do controle diurno. As fezes são controladas um pouco mais posteriormente.

   Vida sem fralda ...
  • Prepara-se para encontrar a cama molhada no começo do treino da retirada das fraldas noturnas. Isso é normal. Entre os dois e cinco anos de idade, a criança não tem total controle esfincteriano e podem ocorrer acidentes. Evite oferecer líquidos antes da hora de dormir e leve a criança ao banheiro antes de deitar ou mesmo durante a noite.
  • Não puna ou castigue a criança por ter fracassado. Essa atitude só atrapalha o aprendizado da criança. Elogie sem exageros quando a criança obter sucesso. Muitas vezes poderá ficar sentada no penico e no vaso sanitário sem fazer nada e assim que sair urinar ou fazer coco na roupa. É normal, o controle esfincteriano está começando. Limpe a criança e faça tudo de modo natural.
  • Algumas crianças podem regredir nesse processo, pois podem querer chamar a atenção. Um motivo bastante comum para a regressão é a chegada de um novo irmãozinho.
  • Faça desse momento um período de trocas com seu filho. Dê muito amor e carinho. O único trabalho dos pais é criar condições para que o processo de aprendizado seja o mais descontraído possível.
Denise Philot.
                                                                                                              Coordenadora do Berçário.

Thanks to http://www.freedigitalphotos.net/





quinta-feira, 23 de agosto de 2012

NATAÇÃO - Uma excelente atividade para o seu filho!


Informações sobre essa atividade extra: (21) 2625 8640/ 2627 4764 / 3601 7588



Você quer saber alguns dos benefícios proporcionados pelas atividades físicas? Então vamos lá: melhora a capacidade cardiorrespiratória, o tônus, a coordenação, o equilíbrio, a agilidade, a força, a velocidade, desenvolve habilidades psicomotoras como a lateralidade, as percepções tátil, auditiva e visual, as noções espacial, temporal e de ritmo, sociabilidade e autoconfiança.

Não podemos nos esquecer de um aspecto fundamental: a criança não deve ser obrigada a fazer aquilo que não gosta. Deixe que ela escolha a sua atividade física. Segundo a Academia Americana de Pediatria, 75% das crianças obrigadas a fazer esportes de que não gostam, até os 15 anos, param de praticar e ficam sedentárias.
A natação é o esporte que pode fazer parte da vida da criança logo nos primeiros meses. É praticada de forma lúdica e recreativa, sem compromisso com as técnicas, para uma adaptação ao meio líquido.
Esse esporte contribui para desenvolvimento do ser humano integral, nos aspectos cognitivo, emocional e social. Também é incontestável a eficácia e a eficiência da natação para a melhoria do aspecto físico e da postura essenciais para o desenvolvimento motor do bebê.
Na natação, a criança pode experimentar os movimentos novos que aprende sem traumas de um tombo como rolar, movimentar perninhas e bracinhos. Além de tudo, é um meio aconchegante oferecido pela água morna.