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terça-feira, 24 de maio de 2016

O TRABALHO DO BERÇÁRIO


Desde o primeiro instante de vida, nada é “neutro” para o bebê e as situações que envolvem o toque, os olhares, as palavras... são fundamentais para a aprendizagem.

As experiências sensoriais 

As experiências sensoriais e motoras vividas na primeira infância desempenham papel fundamental na formação do cérebro. Estimular o cérebro da criança ajuda na cognição, no pensamento, na linguagem, nas inteligências e na memória, além de aguçar a sensibilidade e ser fonte de afeto.



É por meio da ação que os pequenos interagem com o meio e aprendem sobre si mesmos e as pessoas que os rodeiam. Por isso, com muito afeto, a turminha é estimulada a movimentar-se o tempo todo. 

Através da exploração de tudo que está ao seu redor, surge um novo jeito de conseguir o que deseja e vencer os desafios.







A aprendizagem é totalmente lúdica



A aprendizagem é totalmente lúdica, onde as crianças terão acesso a materiais de diferentes pesos, texturas, cores, sons, formas e tamanhos, e serão estimuladas a sentar, rolar, arrastar-se, engatinhar, explorar todos os objetos através dos sentidos, etc.

Nessa fase ainda mudarão a alimentação, nascerão os primeiros dentinhos...








No berçário as crianças passarão por muitas e rápidas mudanças. É nesse período que aspectos fundamentais da linguagem, cognição, ação motora, relação social, personalidade, temperamento e emoções se estabelecem.




Denise Philot.
                                                                                   Coordenadora Pedagógica do Berçário ao 1º Ano.
                                                                                  ;denise@babylandiaeatuacao.com.br

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

A IMPORTÂNCIA DE MATRICULAR UM FILHO NA EDUCAÇÃO INFANTIL




“ A verdadeira novidade nasce sempre de um retorno às origens”.
( Edgar Morin ).


É na infância e na sua dimensão criadora que tudo começa…

É através das experiências e vivências que as crianças têm em seus primeiros anos de vida e das interações com as pessoas e com as “coisas do mundo”, que a criança forma-se como “ser humano”.


As crianças se tornam cidadãs sendo cidadãs desde a mais precoce idade.






É através da brincadeira, do lúdico, que a criança se constroi e se expressa. Ao brincar, ela experimenta, compara, coopera, ganha, perde, comanda, testa hipóteses, planeja, coloca-se no lugar do outro, imagina e realiza, habilidades fundamentais para a aprendizagem de conteúdos e o conhecimento de si e do mundo.
                
A escola tem como papel construir saberes, revelar talentos, abrir novos horizontes e aproximar relações humanas.


                                                                              



Denise Philot.
Coordenadora Pedagógica da Educação Infantil.
                                                                 


terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

O PROCESSO DE ADAPTAÇÃO



 O PROCESSO DE ADAPTAÇÃO.

A adaptação é um momento muito importante na vida da criança, da família e da escola. Ela vai ocorrendo gradativamente, até que a criança mostre-se segura no ambiente escolar. A escola já organiza sua rotina nesse período com atividades voltadas ao acolhimento e a recepção alegre e carinhosa aos seus alunos.



Nesse processo, a integração e a comunicação entre a família e a escola é fundamental, levando em conta fatores importantes sobre o processo de adaptação, como:

1 - A decisão de colocar a criança pequena na escola deve resultar de atitude pensada, consciente e segura;

2 - A vinda da criança para a escola deve ser preparada; entretanto, evite longas explicações para ela, pois isso pode despertar suspeitas e insegurança; 

3 - A separação, apesar de necessária, é um processo doloroso tanto para a criança, quanto para seus pais, mas é superado em pouco tempo; 

4 - Cuidados devem ser tomados nesse período de adaptação em relação a: troca recente de residência,retirada de chupeta ou fraldas, troca de mobília do quarto da criança, perda de parente próximo ou animalzinho de estimação, etc. 

5 - O chorinho na hora da separação é frequente e nem sempre significa que a  criança não queira ficar na escola; 

6-  Evite comentários sobre a adaptação da criança em sua presença; 


7 - Cabe ao familiar ou responsável, entregar a criança ao educador, colocando-a no chão e incentivando-a a ficar na escola, ressaltando as descobertas novas que fará nesse ambiente. Não é recomendável deixar o educador, pessoa que a criança ainda está em processo de vínculo afetivo, com o encargo de retirar a criança do colo do familiar;

8- Nunca saia escondido da criança. Despeça-se naturalmente, avisando que voltará logo para buscá-la.

9 - A sala de atividades é um espaço que deve ser respeitado e a presença de pais e responsáveis nela, além de dificultar a compreensão da separação e gerar expectativas, fará as outras crianças  cobrarem a presença de seus pais; 

10 - Incentive a criança a procurar a ajuda do seu educador quando necessitar algo, para que crie laço afetivo com ele;

11 - Lembre-se que o educador atende às crianças em grupo, procurando distribuir sua atenção igualmente, promovendo junto com a mãe a integração da criança;
 
12 - Se os pais confiam na escola, sentirão segurança na separação e esse sentimento será transmitido à criança, que se adaptará melhor a nova situação; 

13 - O período de adaptação varia de criança para criança, é único e deve ser avaliado individualmente;
 
14 - A adaptação das crianças de período integral inicialmente deve ser feita em um turno(manhã ou tarde).



Denise Philot
Coordenadora Pedagógica da Educação Infantil
8denise@babylandiaeatuacao.com.br

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Educação Bilíngue - Mensagem Final de Ano


Chegamos ao final de mais um ano letivo e muitas foram às conquistas alcançadas pelos nossos alunos no aprendizado do inglês como segunda língua. Os alunos da Educação Infantil aprenderam muitas palavras novas, pronunciaram novas frases, conheceram algumas músicas e tiveram muitos momentos de alegria e interação tendo como foco principal a aprendizagem do inglês como língua estrangeira.
         
As turminhas do 1º Ano estão chegando no 2º Ano já escrevendo e lendo os vocábulos que foram desenvolvidos nas aulas de inglês, como pode ser visto na avaliação do 4º Bimestre, na qual os alunos responderam algumas questões relacionadas ao texto, demonstrando compreensão de algumas frases e palavras, contendo alguns verbos e substantivos.
         
Os alunos do 2º ao 5º Ano do Ensino Fundamental foram desafiados ao longo do ano letivo com diversas situações de aprendizagem, cuja finalidade era torná-los aprendizes de inglês mais autônomos e eficientes, desenvolvendo através de tarefas escritas, orais, de leitura e de compreensão todo o vasto conteúdo que eles têm que conhecer em suas respectivas séries. Considero o saldo muito positivo, pois os alunos do 2º Ano já fazem uso correto dos pronomes de terceira pessoa (he X she), os de 3º Ano aprenderam a usar o verbo na terceira pessoa do singular no presente, os de 4º Ano aprenderam a divisão da Classe Gramatical em inglês  e o 5º Ano fecha o ciclo com o verbo to be no passado.  Pode parecer simples, mas é simplesmente incrível, pois eles estão apenas no primeiro segmento.
         
As turmas de 6º ao 9º Ano acabam por voar mais alto, pois quando chegam ao segundo segmento se deparam com dois professores, um com inglês americano e o outro com inglês britânico, o que ilustra muito o inglês global utilizado internacionalmente – essa vivência traz uma bagagem muita positiva para nossos alunos, que têm a oportunidade de conviver com as diferentes formas dessa língua. Além disso, a construção do conhecimento na língua inglesa perpassa as quatro habilidades linguísticas (writing, reading, listening, speaking) com foco na individualidade de cada um, o que fortalece o processo de aquisição do inglês e torna o aluno protagonista desse saber.
        
No segundo segmento, alguns alunos foram indicados a realizar o Exame de Cambridge e estão em pleno processo avaliativo, mostrando muita responsabilidade, dedicação e coragem, marcando um novo ritmo ao Segmento Bilíngue e servindo de motivação para os demais, pois muitos dos nossos alunos hoje estão se dedicando mais ao estudo do inglês de olho nas futuras certificações de Cambridge.
         
Aproveito a oportunidade para agradecer aos familiares pela parceria durante o ano letivo de 2012 e que os nossos encontros de 2013 sejam de muitas vitórias.
        Um grande abraço
Um Feliz Natal,
e um ótimo Ano Novo para todos!,
         Renata Pontes.
         Coordenadora do Bilíngue.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

WORKSHOPS DE MÚSICA - BILÍNGUE

Durante o mês de setembro e no início de outubro, o Bilíngue realizará um WORKSHOP DE MÚSICA com os alunos da Educação Infantil e do 1º Ano do Ensino Fundamental. Os alunos apresentarão quatro músicas referentes aos conteúdos trabalhados nas aulas de inglês. Além disso, haverá um momento de interação entre pais e filhos através de jogos e brincadeiras que serão ministradas em inglês.

           
As apresentações serão sempre às sextas-feiras, das 17h30min às 18h30min.

Confira abaixo, as datas das apresentações. Você não pode perder.

  • 21/09/2012 - 2º Período
  • 28/09/2012 - 3º Período
  • 05/10/2012 - 1º Ano



quarta-feira, 19 de setembro de 2012

MAS AFINAL...O QUE É BULLYING?


Hoje na mídia, muito se fala sobre o bullying. Mas, precisamos conhecer características que definem esse comportamento. Há distinção entre brincadeiras típicas da fase de estudante, daquelas que são crueis e passam dos limites de respeito ao outro. Brincadeiras “normais” são aquelas em que todos se divertem; quando uns se divertem às custas de outros que sofrem, o bullying acontece.

Bullying é um termo em inglês, ainda sem tradução para o português, que significa comportamento agressivo entre estudantes. São atos de agressão física, verbal ou moral de forma repetitiva, sem motivação evidente e executada por um ou mais estudantes, em uma relação desigual de poder. É uma forma de violência, que pode ocorrer em qualquer escola, independente de sua tradição, localização ou poder aquisitivo.
                       
Atualmente, o acesso à internet e as redes sociais tem criado um novo fenômeno: o cyberbullying, onde mensagens e comunidades são criadas com o objetivo de  agredir, difamar, ofender e humilhar “as vítimas”.
                       
Os autores de bullying desejam controlar e dominar outros estudantes.
                       
Nem todas as situações podem ser bullying. Ás vezes, são “zoações” entre os alunos.

Alguns critérios podem definir casos de bullying:

  • ataques de forma repetitiva, sem motivação que possam justificá-los;
  • desequilíbrio de poder entre o “agressor” ( bullie ) e a “vítima”;
  • ameaças diretas ou indiretas, onde há ordem e dominação sobre o outro;
  • apelidar, insultar, difamar e menosprezar o outro, com propósito maldoso;
  • perturbação e intimidação do outro, usando de assédio psicológico ou de agressões físicas repetitivas como empurrões, socos, beliscões, etc.

                       
Algumas atitudes são comuns em quem comete bullying: apelidar, ameaçar, xingar, agredir, hostilizar, tiranizar, dominar, perseguir, discriminar, excluir, isolar, intimidar, bater, chutar, empurrar, furtar ou destruir pertences do outro, etc.
                       
Hoje, o bullying não é mais tratado como um fenômeno exclusivo da escola e sim, é definido como um problema de saúde pública.
                       
Pais e professores devem estar atentos ao comportamento dos estudantes – crianças e adolescentes. Identificar alunos que são vítimas, agressores ou espectadores é muito importante para que um trabalho possa ocorrer. Em todos os casos de bullying, sejam nos casos de comportamentos passageiros, sejam nos mais graves e perversos, é preciso que a escola elabore estratégias e junto as famílias, trace um plano para a recuperação de todos os envolvidos.
                       
É importante lembrar que um olhar mais atento do adulto para todas as atitudes das crianças e adolescentes, podem evitar muitas dificuldades psicológicas e de convívio social vividas no cotidiano.
                       
O estímulo ao diálogo, a escuta atenta, a construção de verdadeiros vínculos afetivos, o estímulo à reflexão, a participação ativa dos pais na vida social e escolar dos filhos, a orientação a responsabilização pelo que se faz ao outro e o estabelecimento de limites bem definidos, são ferramentas importantes para essa educação “preventiva”.
                       
A identificação precoce do bullying nas escolas, a informação sobre o assunto, o olhar atento aos comportamentos apresentados pelas crianças e adolescentes e uma integração escola e família, são suficientes para que um trabalho pedagógico possa ser realizado com sucesso. Uma intervenção precoce possibilita um plano de ação que pode evitar prejuízos acadêmicos e no relacionamento social dos jovens envolvidos. Quais dicas poderiam ser dadas aos pais e responsáveis?

  1. Converse com seu filho sobre o bullying, suas manifestações e consequências;
  2. Converse com seu filho sobre a importância do respeito mútuo e do respeito às diferenças; dê exemplos positivos no cotidiano familiar;
  3. Mostre que a violência sempre deve ser evitada; valorize os vínculos afetivos e o diálogo;
  4. Tente perceber e identificar mudanças de comportamento em seu filho e  divida as impressões com a escola.
  5. Dialogue sempre  com seu filho e realize com ele, atividades esportivas ou de lazer;
  6. Explique ao seu filho claramente as regras e as consequências do não cumprimento destas ( limites );
  7. Proponha acordos e privilégios em casos de atitudes positivas; as elogie sempre que ocorrerem e retire privilégios em caso do não cumprimento dos acordos. Evite punições físicas. O diálogo e o cumprimento de regras claras e acordadas, reforça a construção de vínculos afetivos fortes e verdadeiros.
  8. Comunique-se com professores e coordenadores sempre que julgar necessário.


A integração entre a família e a escola, comprometidas com a saúde e o bem-estar das suas crianças e seus adolescentes e jovens, é fundamental para a criação de um ambiente saudável e acolhedor, que os protegerá das inúmeras condições as que estão expostos. Não há fórmulas ou receitas prontas, que ensinem como ser bons pais ou educadores, mas a informação, a união, o amor, o diálogo e o olhar atento, são fundamentais para a difícil jornada que é a educação.

Denise Philot.
Coordenadora Pedagógica da Babylândia&Atuação Escola Bilíngue


8  Indicação de sites:
Ø Indicação de livros:
Transtornos comportamentais na Infância e Adolescência – Gustavo Teixeira. Ed. Rubio.
O Reizinho da casa – Gustavo Teixeira – Ed. Rubio.
Bullying, mentes perigosas nas escolas – Ana Beatriz Barbosa Silva – Ed. Fontanar.
Limites sem trauma: construindo cidadãos – Tânia Zagury – Ed. Record.



segunda-feira, 17 de setembro de 2012

O DIA DAS CRIANÇAS PODE SER MUITO MAIS ESPECIAL DO QUE VOCÊ IMAGINA.


O Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro tem cerca de 50 (cinquenta) crianças internadas com as mais diversas enfermidades, desde pneumonia até AIDS e leucemia. Várias dessas crianças não têm família ou não podem sair do hospital, pois recebem medicação específica, que não poderia ser ministrada em casa. 

É por esta razão que levamos a festa do Dia das Crianças até o hospital. 

Juntos, podemos fazer do Dia das Crianças um dia muito mais especial. Por isso, gostaríamos de contar com a sua colaboração, enviando um brinquedo que será entregue no dia da comemoração pelo dia da s crianças: dia 09 de outubro de 2012 (3ª feira). A faixa etária varia desde bebês até “crianças com 17 anos”.
Na entrada da escola haverá uma caixa, onde os pacotes poderão ser colocados. Se possível, sugerimos que você e seu filho escrevam um cartão, uma mensagem para a criança que irá receber o presente. Os embrulhos deverão estar etiquetados com o sexo e com a faixa etária do presente, facilitando, assim, na hora da distribuição.

Já realizamos essa ação há alguns anos e para este ano, já conseguimos muitas doações: ornamentação, trenzinho de lanches, refrigerantes, revistinhas para colorir e alguns brindes. Mas, ainda assim precisamos de sua colaboração.
Converse com seu filho a respeito desse ato de solidariedade e amor ao próximo.


“Se temos de esperar, que seja para colher a semente boa que lançamos hoje no solo da vida. Se for para semear, então que seja para produzir milhões de sorrisos, de solidariedade e amizade.”
                Cora Coralina

Muito obrigada
Maria Cláudia M. Sampaio
Direção
claudia@babylandiaeatuacao.com.br

Thanks to http://www.freedigitalphotos.net/


Veja aqui as fotos desse dia que foi, com certeza, muito mais especial do que se poderia imaginar. Graças a você isso foi possível. Muito obrigado.

















quinta-feira, 30 de agosto de 2012

PREPARANDO A FEIRA INTEGRADA 2012 - NOSSO PLANETA


Os preparativos para a nossa Feira Integrada desse ano estão a todo vapor! Todos os alunos trabalhando muito e desenvolvendo todo o conteúdo aprendido em sala de aula. Muito bom! Vale a pena conferir.





As atividades realizadas pelos alunos em Artes cumprem o clímax do Projeto Leitores do Mundo, desenvolvido a partir da leitura dos clássicos da Literatura. As atividades contemplam estudo interdisciplinar em História, Literatura, Português, Geografia e  Artes e, mais além, contemplam a transdisciplinaridade, pois revisita a música, as artes plásticas, o teatro, os costumes e tradições do espaço físico e temporal da narrativa de todas as obras lidas. Assim sendo, os alunos do sétimo ano constroem pontes levadiças e feudos medievais em maquetes de sucata, pesquisam e constroem brasões e bandeiras, pintam motivos árabes em tecido e máscaras renascentistas.

Com uma viagem pela cultura, costumes, tradições, religião, artes, mitos e lendas de diversos povos, os alunos do sexto ano constroem árvores de "Tsurus", caracterizando um dos  vários livros lidos em ciranda literária - "Mitos e Lendas do Japão". 

OBS: o projeto do terceiro bimestre não se esgota na Feira, apenas não há tempo suficiente para a confecção das diversas abordagens. 




Mais importante que o produto final é o processo de construção, pois envolve a pluralidade das competências, habilidades, tomadas de decisão, criatividade, espírito de equipe etc.

8º ano - construção do "corredor sensório", de acordo com os conteúdos desenvolvidos em Ciências.
9º ano - construção de "uma molécula de DNA", de acordo com os conteúdos desenvolvidos em Ciências.Ambos projetos interdisciplinares: Artes/ Ciências

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

QUANDO RETIRAR AS FRALDAS?


O início da retirada das fraldas sempre gera grandes dúvidas nos pais. Esse deve ser um momento tranquilo, considerado como parte da vida da criança e dos pais e encarado sem angústias. O seu bebê está crescendo, tornando-se mais independente e deixando a mamãe mais livre também. É uma nova etapa, uma nova relação entre pais e criança que começa.
   
Os pais não devem ter pressa nesse processo. Uma criança que não tem maturidade suficiente para controlar seus esfíncteres (músculos que controlam a saída da urina e fezes) e é forçada a deixar as fraldas, pode ter sérios problemas de incontinência urinária ou de intestino preso. Portanto, não há nada melhor do que dar tempo ao tempo. A criança precisa ter algumas habilidades para começar ficar sem as fraldas. Ela deve conseguir ficar sentada sozinha de 5 a 10 minutos, andar, falar para conseguir pedir para ir ao banheiro e tirar suas roupas que devem ser de fácil manuseio, como a de elásticos.
   
Geralmente, uma criança de 2 anos de idade já se encontra pronta para o início da retirada das fraldas. Nunca se esqueça que cada criança tem o seu desenvolvimento e o seu tempo para aquisição de habilidades. Respeite o momento de cada criança.

   Tá chegando a hora ...
  • Uma dica para reconhecer que já pode começar o treinamento é quando a criança aponta ou comunica que está suja ou que está fazendo xixi ou cocô ou então quando se interessa pelo o que os pais ou irmãos vão fazer no banheiro.
  • Explique sempre o que acontece no banheiro de forma que a criança possa entender que aquele lugar é o ideal para fazer o xixi e o cocô. Deixar a porta do banheiro aberta faz com que a criança imite os mais velhos e perceba que esse “ritual” é corriqueiro.
  • Quando a criança conseguir passar uma grande parte do dia seca já se pode retirar a fralda. Não deixe de oferecer o banheiro ao pequenino várias vezes ao dia. Após o início do controle, ainda leva de 5 a 6 meses para que se efetue. Deve-se adaptar o vaso sanitário para a criança e estimular a utilização assim que estiver fazendo uso efetivo do penico.
  • Nunca retarde a ida ao banheiro quando a criança pedir. Respeite seus limites e capacidades. A fralda noturna pode ser retirada quando a criança começa a acordar seca. Isso acontece logo depois do controle diurno. As fezes são controladas um pouco mais posteriormente.

   Vida sem fralda ...
  • Prepara-se para encontrar a cama molhada no começo do treino da retirada das fraldas noturnas. Isso é normal. Entre os dois e cinco anos de idade, a criança não tem total controle esfincteriano e podem ocorrer acidentes. Evite oferecer líquidos antes da hora de dormir e leve a criança ao banheiro antes de deitar ou mesmo durante a noite.
  • Não puna ou castigue a criança por ter fracassado. Essa atitude só atrapalha o aprendizado da criança. Elogie sem exageros quando a criança obter sucesso. Muitas vezes poderá ficar sentada no penico e no vaso sanitário sem fazer nada e assim que sair urinar ou fazer coco na roupa. É normal, o controle esfincteriano está começando. Limpe a criança e faça tudo de modo natural.
  • Algumas crianças podem regredir nesse processo, pois podem querer chamar a atenção. Um motivo bastante comum para a regressão é a chegada de um novo irmãozinho.
  • Faça desse momento um período de trocas com seu filho. Dê muito amor e carinho. O único trabalho dos pais é criar condições para que o processo de aprendizado seja o mais descontraído possível.
Denise Philot.
                                                                                                              Coordenadora do Berçário.

Thanks to http://www.freedigitalphotos.net/





sexta-feira, 24 de agosto de 2012

INVESTIGANDO...


Saiba aqui, o que nossos alunos do 5º ano desenvolvem dentro da sala de aula. 

Por que alguns objetos flutuam e outros afundam? Existem sólidos menos densos do que certos líquidos? 

Todos os sólidos lembram uma fase compacta, onde o arranjo das moléculas é bem definido e ordenado. Tendo em conta este aspecto é surpreendente que existam sólidos menos densos do que certos líquidos. Se não fosse assim as caravelas não flutuariam nos oceanos, e consequentemente, Vasco da Gama não chegaria à Índia.
A descoberta de diferentes características da matéria despertou nos alunos do 5º ano questionamentos: Partimos para a investigação e pesquisa.


Verificamos que a densidade da matéria é o que determina se ela afundará ou não na água.
Comprovando a variação de densidade da matéria na água,os alunos do 5º ano realizaram uma experiência observando uma pedra e um paetê sendo colocados num mesmo ambiente aquático.
Mayara Sampaio: “ A pedra afundou pois ela tem a densidade maior que a da água”.
Gabriel Furiati : “ O paetê flutuou na água porque ele tem menor densidade que a água”.
Cada objeto afunda-se até ao nível do líquido que tem maior densidade do que a sua. O objeto irá flutuar na superfície desse líquido.

Para finalizar deixo duas questões interessantes: "Uma uva irá flutuar em que líquido?" “A casca da laranja flutua em que superfície”?

Geísa Vianna
Coordenadora Pedagógica

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

NATAÇÃO - Uma excelente atividade para o seu filho!


Informações sobre essa atividade extra: (21) 2625 8640/ 2627 4764 / 3601 7588



Você quer saber alguns dos benefícios proporcionados pelas atividades físicas? Então vamos lá: melhora a capacidade cardiorrespiratória, o tônus, a coordenação, o equilíbrio, a agilidade, a força, a velocidade, desenvolve habilidades psicomotoras como a lateralidade, as percepções tátil, auditiva e visual, as noções espacial, temporal e de ritmo, sociabilidade e autoconfiança.

Não podemos nos esquecer de um aspecto fundamental: a criança não deve ser obrigada a fazer aquilo que não gosta. Deixe que ela escolha a sua atividade física. Segundo a Academia Americana de Pediatria, 75% das crianças obrigadas a fazer esportes de que não gostam, até os 15 anos, param de praticar e ficam sedentárias.
A natação é o esporte que pode fazer parte da vida da criança logo nos primeiros meses. É praticada de forma lúdica e recreativa, sem compromisso com as técnicas, para uma adaptação ao meio líquido.
Esse esporte contribui para desenvolvimento do ser humano integral, nos aspectos cognitivo, emocional e social. Também é incontestável a eficácia e a eficiência da natação para a melhoria do aspecto físico e da postura essenciais para o desenvolvimento motor do bebê.
Na natação, a criança pode experimentar os movimentos novos que aprende sem traumas de um tombo como rolar, movimentar perninhas e bracinhos. Além de tudo, é um meio aconchegante oferecido pela água morna.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

HOJE É DIA DO FOLCLORE - Jogue e aprenda

Para comemorar o Dia do Folclore postamos um jogo super bacana. Ele ajuda a identificar as figuras que compõem as histórias mais populares do nosso folclore. Jogue, aprenda e divirta-se!
1. Clique em "JOGAR"
2. Arraste a lupa sobre a imagem
3. Quando aparecer uma imagem familiar clique com a lupa em cima dela.
4. Pronto. Descubra quem é.

Babylândia e Atuação





terça-feira, 31 de julho de 2012

BERÇÁRIO: FASE DAS PRIMEIRAS DESCOBERTAS.


Maternalzinho - Dia da Melca. Oba!
As experiências sensoriais e motoras vividas na primeira infância desempenham papel fundamental na formação do cérebro.

É através da ação, que os pequenos interagem com o meio e aprendem sobre si mesmos e as pessoas que os rodeiam. Por isso, com  muito afeto a turminha é estimulada a movimentar-se o tempo todo.

Através da exploração de tudo que está ao seu redor, surge um novo jeito de conseguir o que deseja e vencer os desafios. O bebê também usa o movimento para atrair a atenção e estabelecer vínculos. Exemplo: o banho: bater pernas e mãos na água, permite a criança, via diferentes sensações, comece a ter consciência corporal. Além disso, a troca afetiva, o estímulo a linguagem, etc, constroem vínculos e permitem o desenvolvimento global.

Assim, o trabalho do Berçário é propor uma rotina de atividades que estimulem o movimento, a linguagem, os sentidos e a curiosidade sobre o mundo, em um ambiente acolhedor por natureza, onde o bebê se sinta seguro e confiante e que respeite a individualidade e o ritmo de desenvolvimento de cada um.

A aprendizagem é totalmente lúdica, onde as crianças terão acesso a materiais de diferentes pesos, texturas, cores, sons, formas, tamanhos, etc e serão estimuladas a sentar, rolar, arrastar-se, engatinhar, explorar todos os objetos através dos sentidos, etc.

Nessa fase ainda mudarão a alimentação, nascerão os primeiros dentinhos……enfim no berçário as crianças passarão por muitas e rápidas mudanças…. o que buscamos é um completo e harmonioso desenvolvimentodos aspectos físico, afetivo e emocional, cognitivo e social.

                                                                                                              Denise Philot.
                                                                                                              Coordenadora do Berçário.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

UMA COZINHA PEDAGÓGICA NA ESCOLA!


Aprender na prática é muito mais prazeroso!

Quando as crianças se envolvem no preparo das receitas culinárias, além de entrarem em contato com uma alimentação saudável, ainda adquirem conteúdos curriculares de uma forma divertida!

Enquanto preparam as receitas, as crianças vivenciam conteúdos abordados em sala de aula, interligando todas as áreas de conhecimento.
Assim, o trabalho na Cozinha Experimental passa pela leitura de receitas e rótulos, pelas noções de quantidade, tempo e medidas, pela saúde do corpo e a necessidade de boa alimentação, pelos costumes e pratos típicos das regiões do Brasil, pela higiene com o corpo e os alimentos, pela listagem escrita de todos os ingredientes e quanto custam, entre muitas outras abordagens, vivenciadas na prática, de forma lúdica e prazerosa.



Um grande abraço
Denise Philot.
Coordenadora Pedagógica da Educação Infantil
e 1° Ano do Ensino Fundamental.







terça-feira, 24 de julho de 2012

CONSIDERAÇÕES SOBRE A RELEITURA DOS MITOS


Em geral, quando criamos uma releitura a partir uma história lida, nos apropriamos dessa história e a subjugamos aos nossos interesses.

Uma parte dela se conserva (uma espécie de núcleo da história), mas outra é acrescentada, por isso, as histórias não permanecem exatamente iguais com o passar dos anos. É isso que torna tão instigante, ainda hoje, a leitura de histórias tão antigas.

O elemento fantástico presente enquanto maravilhoso nessas narrativas cumpre a função de garantir que se trata de outra dimensão, de outro mundo, com possibilidades e lógicas diferentes. Assim fazendo, os argumentos da razão e da coerência já são barrados na porta, e a festa pode começar sem suas incômodas presenças, bastando pronunciar as palavras mágicas Era uma vez... como uma senha de entrada.

Vivemos num momento em que a mutação dos meios dessas histórias atingiu um ponto de virada: a tradição oral cedeu espaço ao império das imagens. Hoje, tudo o que se diz deve ser ilustrado. Os sons, os silêncios, a entonação e a capacidade dramática, que faziam a glória de um bom contador de histórias, foram substituídos pelas capacidades narrativas dos estúdios de cinema, da televisão e dos ilustradores de livros e quadrinhos. O que nos interessa é o fato de muitas histórias terem subsistido através desses novos meios e perdurarem, evocando as mesmas emoções. Nosso propósito é encontrar velhas tramas mesmo que estejam vestindo novos trajes. Seguiremos os rastros dos mitos de todos os povos, lendas de todas as culturas, histórias de todos os tempos, para que nossos alunos compreendam o imaginário humano na constituição do mundo  em que estão inseridos. 

Texto (baseado no livro "Fadas no Divã"- Diana Lischtenstein- Corso)

Glaucia Bustamante






Trabalho desenvolvido pelas disciplinas de Linguagens, História, Língua Portuguesa, Filosofia e Artes, a partir dos livros lidos. - 6◦ Ano. Professores: Camila Mendonça, Valquíria Lino, Adriana Guimarães, Lucas Leitão e Fernanda Lima. A partir da leitura de diversos mitos gregos, os alunos do 6◦ Ano reconstruíram releituras destes mesmos mitos em diversas outras linguagens, entre elas, a pintura.