Seções

Compartilhe

Mostrando postagens com marcador filhos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador filhos. Mostrar todas as postagens

domingo, 20 de maio de 2018

O TRABALHO COM OS LIMITES NA ROTINA DIÁRIA DA CRIANÇA.


Devemos sempre pensar que nossas crianças têm a percepção bem aguçada e aprendem pelo exemplo vivo dado pelo adulto. Precisamos agir da mesma forma que desejamos que a criança aja. Isso facilita a compreensão das atitudes que se espera delas.


Crianças educadas por pais afetuosos e tolerantes, porém não permissivos, raramente precisam “testar” limites e regras, assim como se adaptam melhor as rotinas. O afeto e o bom senso precisam sempre estar presentes, pois tanto a restrição, quanto a permissividade em excesso são prejudiciais para a criança, além de tirarem dela a consciência das limitações e a necessidade de superação que a vida irá impor.

Quando os pais mudam as atitudes educacionais de acordo com suas necessidades momentâneas (como quando ora permite, ora nega) e “fogem” de uma linha de ação, criam um modelo vulnerável e confuso de identidade comportamental para a criança, que fica confusa sobre o que pode ou não pode, sobre o que se espera dela. Já quando há coerência nessas atitudes, cria-se uma esfera de compreensão e segurança para as crianças que estão aprendendo.

Muitas vezes, as crianças usarão de birras e choros diante das negativas, tentando “vencer” as restrições. A resposta do adulto que vai determinar se essas birras continuam, pois, quando a criança percebe que conseguiu deixar seus pais e educadores aflitos, certamente repetirá tais atitudes. O adulto precisa ser afetuoso e firme, conversando com a criança e mostrando-a que, agindo com a birra, ela não conseguirá o que deseja, estimulando dessa forma o diálogo e atitudes mais tranquilas.

Algumas atitudes são fundamentais nesse processo de educar as crianças:

-  ser coerente (adulto) em suas atitudes, já que a criança é extremamente observadora.

-  ser paciente e claro quando falar e corrigir a atitude da criança, evitando palavras que afetem sua autoestima.

-  dar atenção e responder as dúvidas e curiosidades dos pequenos, sem perder a paciência.

-  estimular relatos da rotina da criança, como o dia escolar.

-  dialogar, responder, ouvir e estar atento.

-  demonstrar sinceridade, compreensão e aceitação.

-  acompanhar a criança em suas brincadeiras e ajudá-la a organizar o tempo disponível para elas, assim como a guardar os brinquedos.

-  expressar amor, afeto, respeito e verdadeiro interesse pelas questões dos pequenos.

-  ensinar hábitos desejáveis e boas atitudes.

-  estimular a imaginação e a criatividade.

  

Já algumas atitudes são negativas para o desenvolvimento saudável da criança, como:

-  responder sem interesse ou de forma ríspida ou dramática.

-  proibir sem diálogo.

-  exigir demais da criança coisas que sua idade ainda não acompanha.

-  ceder a birras e pedidos improcedentes.

- comparar a criança com outras crianças, evidenciando sucessos e fracassos. Precisamos lembrar que cada criança tem sua história, seus interesses, seu ritmo e seu tempo.

-  prometer algo e não cumprir, sem explicação da mudança.

-  dizer mensagens não claras ou contrárias as ações, como dizer um “não”, mas ceder diante da birra.


Precisamos lembrar que as crianças aprendem o que estão vendo e que esse processo, começa bem cedo. O processo de conhecimento e elaboração de regras é longo e envolve fatores cognitivos e afetivos. Essa construção se dá também por meio de jogos e brincadeiras de faz de conta. Quando brincam, as crianças de 02 a 06 anos reproduzem comportamentos e atitudes, além de experimentarem papeis e internalizarem valores.

Também é fundamental, cada vez mais, trabalhar nas crianças a necessidade de autocontrole, ensinando-as aspectos positivos das relações humanas e ajudando-as a entender causas e consequências das atitudes tomadas.

A criança, para desenvolver-se bem, precisa desses limites, precisa saber o que certo e errado, o que pode e o que não pode fazer. Isso mostra a ela, amor e proteção. A criança segura, amada e respeitada tende a ter boa disciplina, empatia, comportamento solidário e de superação diante das dificuldades.


Denise Philot  
Coordenadora Pedagógica do
Berçário ao 1º Ano do Ensino Fundamental.

Imagens Freepik
Resultado de imagem para trabalho com limites na infancia

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

DE QUEM É A BOLA? O consumismo na contramão da sustentabilidade.

De quem é a bola? Dos pais ou da escola?
Um jogo na educação escolar...


O consumismo na contramão da sustentabilidade, nos desafia a refletir a dinâmica de  “quem educa quem”,  um jogo de empurra-empurra de responsabilidades, de definição de papéis na Educação da criança, que, nesse jogo, é “a bola”. No mundo capitalista, predatório e globalizado, na busca pelo “ter”, pela famosa felicidade, onde fica a qualidade da formação do sujeito? Pais, professores, coordenadores, gestores escolares, líderes, representantes do governo são responsáveis pelo futuro das crianças, sujeitos individuais e sociais. E a escola, nesse contexto, tem a tarefa principal de contribuir para a atuação pedagógica, com a participação efetiva de todos.


Na contemporaneidade, em que a velocidade e o dinamismo dos processos existenciais, educativos e vivenciais permeiam a busca pela melhor preparação do sujeito, o novo paradigma social, exige-se um sujeito formado, informado, conectado e preparado para viver relações em grupo, a escola tem o grande desafio de formar sujeitos. Os pais, consequentemente, trabalham, estudam, buscam seus objetivos e a tão significativa felicidade, e, nesse corre-corre da busca, do encontro, chegam os questionamentos: “E a família?”, “E os filhos?”, “Quem faz o quê?” “De quem é o papel de educar?”, “Como deve ser o modelo educacional?”, “Como o sistema político atual prepara os sujeitos para o futuro?”, “De quem é a bola?”

Certamente, o sucesso da criança no ambiente escolar está articulado à tríade pais-escola-aluno, elementos fundamentais para proporcionar resultados satisfatórios no processo de aprendizagem.
Trabalhar com os temas Consumismo e Sustentabilidade será desafiante para educadores, alunos e familiares, pois envolverá além de formação de novos conceitos, mudanças de hábitos e atitudes.

À medida que a humanidade aumenta sua capacidade de intervir na natureza para satisfação de
necessidades e desejos crescentes, surgem manifestações e movimentos, inclusive educacionais, que refletem a consciência de parte da população sobre o risco que a humanidade corre ao afetar de forma tão violenta o seu meio ambiente. A exploração dos recursos naturais passou a ser feita de forma intensa. Os recursos não – renováveis, ameaçam esgotamento. Milhares de toneladas de lixo são produzidos diariamente, assim como aumenta o desperdício de água e energia,  o consumo exagerado e desnecessário, que caracterizam a sociedade descompromissada e irresponsável com o planeta que é sua casa. Portanto é urgente a necessidade de se discutir e repensar nossas práticas e como elas estão relacionadas à preservação do meio ambiente.


O compartilhamento entre escola e família ensina a criança a vivenciar os sentimentos abrindo oportunidade e ensinando-a a ser reflexiva. Em vez de apenas reagir aos acontecimentos à sua volta, oportunizaremos a todos os envolvidos nesta reflexão sobre o meio ambiente, um comprometimento responsável com as ações do cotidiano. Além disso, essa relação cria e fortalece vínculos; nesse momento em que todos estão juntos, o aluno, o cidadão perceberá que não está sozinho na preservação e no processo de aprendizagem.








Projeto: "O consumismo, na contramão da sustentabilidade."
Fundamental I

segunda-feira, 24 de junho de 2013

O TRABALHO COM O JOGO.

O jogo permite e impulsiona ao aluno ser um sujeito ativo e interativo, facilitando a aquisição do conhecimento.

Todas as crianças possuem um repertório de conhecimentos, que formam sua estrutura cognitiva.

Diante do desafio e de uma nova meta que surge através do jogo, a criança se interessa e se mobiliza para conhecer esse novo estímulo, estabelecendo assim, uma relação entre o que já sabia e sua estrutura cognitiva para aprender a nova informação, reorganizando assim, seu acervo de conhecimento.

O jogo é uma atividade social, com função pedagógica, que traz consigo, a oportunidade de interação, construção de conhecimento e aprendizagem.


Dessa forma, a criança torna-se o sujeito ativo de sua aprendizagem, aquele que age sobre o conhecimento, apropriando-se do objeto a ser aprendido.

Através do jogo, as crianças experimentam situações e constroem hipóteses, criam novas estratégias de ação, testam seus limites e colocam em prática suas habilidades para solucionar os problemas trazidos pelos novos desafios. Ao jogar, a criança faz descobertas, avança no domínio das dificuldades, constrói e reconstrói, interage e aprende.


Nesse cenário, o professor tem a possibilidade de observar e conhecer melhor seus alunos, suas conquistas e dificuldades e a forma como interage.

Através desse trabalho pedagógico com jogos, a criança sente-se segura e participante ativa, pois o ambiente tem sentido e assim, estímulo para construção do próprio conhecimento, já que pode agir sobre ele, ao discutir, realizar, contrapor, propor, decidir, avaliar, levantar hipóteses, etc.

           

Denise Philot.
           Coordenadora Pedagógica do Berçário ao 1º Ano do Ensino Fundamental.
           8denise@babylandiaeatuacao.com.br

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

A IMPORTÂNCIA DE MATRICULAR UM FILHO NA EDUCAÇÃO INFANTIL




“ A verdadeira novidade nasce sempre de um retorno às origens”.
( Edgar Morin ).


É na infância e na sua dimensão criadora que tudo começa…

É através das experiências e vivências que as crianças têm em seus primeiros anos de vida e das interações com as pessoas e com as “coisas do mundo”, que a criança forma-se como “ser humano”.


As crianças se tornam cidadãs sendo cidadãs desde a mais precoce idade.






É através da brincadeira, do lúdico, que a criança se constroi e se expressa. Ao brincar, ela experimenta, compara, coopera, ganha, perde, comanda, testa hipóteses, planeja, coloca-se no lugar do outro, imagina e realiza, habilidades fundamentais para a aprendizagem de conteúdos e o conhecimento de si e do mundo.
                
A escola tem como papel construir saberes, revelar talentos, abrir novos horizontes e aproximar relações humanas.


                                                                              



Denise Philot.
Coordenadora Pedagógica da Educação Infantil.
                                                                 


terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

O PROCESSO DE ADAPTAÇÃO



 O PROCESSO DE ADAPTAÇÃO.

A adaptação é um momento muito importante na vida da criança, da família e da escola. Ela vai ocorrendo gradativamente, até que a criança mostre-se segura no ambiente escolar. A escola já organiza sua rotina nesse período com atividades voltadas ao acolhimento e a recepção alegre e carinhosa aos seus alunos.



Nesse processo, a integração e a comunicação entre a família e a escola é fundamental, levando em conta fatores importantes sobre o processo de adaptação, como:

1 - A decisão de colocar a criança pequena na escola deve resultar de atitude pensada, consciente e segura;

2 - A vinda da criança para a escola deve ser preparada; entretanto, evite longas explicações para ela, pois isso pode despertar suspeitas e insegurança; 

3 - A separação, apesar de necessária, é um processo doloroso tanto para a criança, quanto para seus pais, mas é superado em pouco tempo; 

4 - Cuidados devem ser tomados nesse período de adaptação em relação a: troca recente de residência,retirada de chupeta ou fraldas, troca de mobília do quarto da criança, perda de parente próximo ou animalzinho de estimação, etc. 

5 - O chorinho na hora da separação é frequente e nem sempre significa que a  criança não queira ficar na escola; 

6-  Evite comentários sobre a adaptação da criança em sua presença; 


7 - Cabe ao familiar ou responsável, entregar a criança ao educador, colocando-a no chão e incentivando-a a ficar na escola, ressaltando as descobertas novas que fará nesse ambiente. Não é recomendável deixar o educador, pessoa que a criança ainda está em processo de vínculo afetivo, com o encargo de retirar a criança do colo do familiar;

8- Nunca saia escondido da criança. Despeça-se naturalmente, avisando que voltará logo para buscá-la.

9 - A sala de atividades é um espaço que deve ser respeitado e a presença de pais e responsáveis nela, além de dificultar a compreensão da separação e gerar expectativas, fará as outras crianças  cobrarem a presença de seus pais; 

10 - Incentive a criança a procurar a ajuda do seu educador quando necessitar algo, para que crie laço afetivo com ele;

11 - Lembre-se que o educador atende às crianças em grupo, procurando distribuir sua atenção igualmente, promovendo junto com a mãe a integração da criança;
 
12 - Se os pais confiam na escola, sentirão segurança na separação e esse sentimento será transmitido à criança, que se adaptará melhor a nova situação; 

13 - O período de adaptação varia de criança para criança, é único e deve ser avaliado individualmente;
 
14 - A adaptação das crianças de período integral inicialmente deve ser feita em um turno(manhã ou tarde).



Denise Philot
Coordenadora Pedagógica da Educação Infantil
8denise@babylandiaeatuacao.com.br

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Há 20 anos nascia um sonho. Nascia a nossa escola.

O depoimento a seguir é da nossa Diretora Maria Cláudia Sampaio.
Ele é emocionante e encorajador.
Vale a pena acreditar no seu sonho.
Aproveite a leitura.


"Desde bem pequena sempre tive o desejo de ser professora, nada me encantava mais do que a ideia de poder ensinar e perceber o crescimento intelectual das pessoas. Filha de pais separados e caçula de três filhos, fui criada por minha mãe que com muita dificuldade conseguiu nos oferecer uma educação pautada em princípios éticos e de cidadania. Aos dezessete anos entrei na faculdade de letras. Começava, então,  o sonho de ter a minha própria escola. Uma escola que pudesse olhar cada criança com um olhar individual, que conseguisse perceber as peculiaridades de cada uma delas e ainda, ensinar com prazer.

Essa é a tia Claudia fiscalizando a obra do nosso Berçário 
No mês de Setembro do ano de 1992, após meu marido, meu parceiro, receber uma comissão, ele me disponibilizou a quantia de U$ 3.000,00. Era pouco, mas era o que tinha em mãos. Após muita procura, conseguimos uma casa pra alugar. Como o dinheiro era pouco nós mesmos tivemos que quebrar, pintar, consertar... O 1º berço era do meu filho, panelas doadas da sogra, brinquedos comprados a prestações... No dia 05 de Janeiro de 1993 começava a realização de meu sonho. O início foi difícil, iniciamos o ano com apenas 15 crianças, o dinheiro não dava pra pagar funcionários e então nós mesmos cozinhávamos, trocávamos fraldas e fazíamos a limpeza. Como existiam muitas escolas próximas, precisava pensar em um diferencial e então começamos a trabalhar em horário integral oferecendo para as crianças todas as refeições e até mesmo a opção de “hotelzinho” nos fins de semana. Atendíamos crianças de 6 meses até 3 anos. A notícia se espalhou pelo bairro e começamos a receber muitas visitas e as matrículas foram acontecendo. Era hora de investir. Fui ao banco e fiz um empréstimo para a compra de brinquedos de pátio e também mandei fazer folhetos de propaganda para distribuirmos pelo bairro. Ao final do 1º ano já tínhamos 32 alunos. A essa altura já tínhamos 5 funcionárias com carteira assinada.  Era muito trabalho, chegava à escola as 06h30 e só ia embora por volta das 21h após deixar tudo arrumado e preparado para receber as crianças no dia seguinte ás 07h. Ao fim do 2º ano de trabalho a casa ficou pequena pra nós, tínhamos por volta de 60 alunos .Apareceu na rua de nossa escola uma casa à venda que era de espólio e por essa razão, com preço menor no mercado. Não pensamos duas vezes, fomos ao banco conseguimos parte do dinheiro e vendemos nosso apartamento. Compramos a casa! Fomos morar com minha mãe. No início de 1996 mudamos de endereço e começamos também a trabalhar com turmas de alfabetização. Foi um ano difícil. A escola a essa altura já era conhecida no bairro pelo carinho e seriedade com que tratávamos as questões de educação. Percebi que precisava me dedicar mais as questões administrativas e delegar as questões pedagógicas a outras pessoas. Comecei a ler e pesquisar mais sobre administração. Fazíamos todos os meses uma reunião com todos os funcionários para ouví-los e dessa forma, aperfeiçoar e melhorar o nosso trabalho. No ano de 1999 comecei a perceber a necessidade de oferecer mais aos meus alunos. Pensei na possibilidade de aumentar a carga horária do inglês e dessa forma me dediquei à pesquisa de escolas bilíngues. Estudei muito, consegui um estágio em uma escola bilíngue, fui visitar algumas escolas americanas e assim surgia a 1ª escola bilíngue de Niterói. Única escola bilíngue reconhecida pela Secretaria de Educação."

Continua no próximo post.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Educação Bilíngue - Mensagem Final de Ano


Chegamos ao final de mais um ano letivo e muitas foram às conquistas alcançadas pelos nossos alunos no aprendizado do inglês como segunda língua. Os alunos da Educação Infantil aprenderam muitas palavras novas, pronunciaram novas frases, conheceram algumas músicas e tiveram muitos momentos de alegria e interação tendo como foco principal a aprendizagem do inglês como língua estrangeira.
         
As turminhas do 1º Ano estão chegando no 2º Ano já escrevendo e lendo os vocábulos que foram desenvolvidos nas aulas de inglês, como pode ser visto na avaliação do 4º Bimestre, na qual os alunos responderam algumas questões relacionadas ao texto, demonstrando compreensão de algumas frases e palavras, contendo alguns verbos e substantivos.
         
Os alunos do 2º ao 5º Ano do Ensino Fundamental foram desafiados ao longo do ano letivo com diversas situações de aprendizagem, cuja finalidade era torná-los aprendizes de inglês mais autônomos e eficientes, desenvolvendo através de tarefas escritas, orais, de leitura e de compreensão todo o vasto conteúdo que eles têm que conhecer em suas respectivas séries. Considero o saldo muito positivo, pois os alunos do 2º Ano já fazem uso correto dos pronomes de terceira pessoa (he X she), os de 3º Ano aprenderam a usar o verbo na terceira pessoa do singular no presente, os de 4º Ano aprenderam a divisão da Classe Gramatical em inglês  e o 5º Ano fecha o ciclo com o verbo to be no passado.  Pode parecer simples, mas é simplesmente incrível, pois eles estão apenas no primeiro segmento.
         
As turmas de 6º ao 9º Ano acabam por voar mais alto, pois quando chegam ao segundo segmento se deparam com dois professores, um com inglês americano e o outro com inglês britânico, o que ilustra muito o inglês global utilizado internacionalmente – essa vivência traz uma bagagem muita positiva para nossos alunos, que têm a oportunidade de conviver com as diferentes formas dessa língua. Além disso, a construção do conhecimento na língua inglesa perpassa as quatro habilidades linguísticas (writing, reading, listening, speaking) com foco na individualidade de cada um, o que fortalece o processo de aquisição do inglês e torna o aluno protagonista desse saber.
        
No segundo segmento, alguns alunos foram indicados a realizar o Exame de Cambridge e estão em pleno processo avaliativo, mostrando muita responsabilidade, dedicação e coragem, marcando um novo ritmo ao Segmento Bilíngue e servindo de motivação para os demais, pois muitos dos nossos alunos hoje estão se dedicando mais ao estudo do inglês de olho nas futuras certificações de Cambridge.
         
Aproveito a oportunidade para agradecer aos familiares pela parceria durante o ano letivo de 2012 e que os nossos encontros de 2013 sejam de muitas vitórias.
        Um grande abraço
Um Feliz Natal,
e um ótimo Ano Novo para todos!,
         Renata Pontes.
         Coordenadora do Bilíngue.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

SHOW DA GALINHA PINTADINHA!

Olha só quem vai se apresentar no Dia das Crianças aqui, na nossa escola. Uma artista super famosa: a Galinha Pintadinha. Isso mesmo. Ela e sua turma vão arrasar! E nossas crianças do Maternalzinho ao 1° Ano do Ensino Fundamental vão curtir de montão o show que ela vai fazer. Você não pode perder...
Afinal, não é todo dia que recebemos uma celebridade, não é mesmo? O Show vai acontecer no dia 10/10. Mas enquanto esperamos pela Galinha Pintadinha e sua turma, vamos aproveitar e assistir um pouco de suas músicas.
Vai ser bom demais!

Serviço.
Data: 10 de Outubro
Informações
Coordenação Pedagógica. 
( 2625 8640 / 2627 4764 / 7899 0674
8 denise@babylandiaeatuacao.com.br


quarta-feira, 19 de setembro de 2012

MAS AFINAL...O QUE É BULLYING?


Hoje na mídia, muito se fala sobre o bullying. Mas, precisamos conhecer características que definem esse comportamento. Há distinção entre brincadeiras típicas da fase de estudante, daquelas que são crueis e passam dos limites de respeito ao outro. Brincadeiras “normais” são aquelas em que todos se divertem; quando uns se divertem às custas de outros que sofrem, o bullying acontece.

Bullying é um termo em inglês, ainda sem tradução para o português, que significa comportamento agressivo entre estudantes. São atos de agressão física, verbal ou moral de forma repetitiva, sem motivação evidente e executada por um ou mais estudantes, em uma relação desigual de poder. É uma forma de violência, que pode ocorrer em qualquer escola, independente de sua tradição, localização ou poder aquisitivo.
                       
Atualmente, o acesso à internet e as redes sociais tem criado um novo fenômeno: o cyberbullying, onde mensagens e comunidades são criadas com o objetivo de  agredir, difamar, ofender e humilhar “as vítimas”.
                       
Os autores de bullying desejam controlar e dominar outros estudantes.
                       
Nem todas as situações podem ser bullying. Ás vezes, são “zoações” entre os alunos.

Alguns critérios podem definir casos de bullying:

  • ataques de forma repetitiva, sem motivação que possam justificá-los;
  • desequilíbrio de poder entre o “agressor” ( bullie ) e a “vítima”;
  • ameaças diretas ou indiretas, onde há ordem e dominação sobre o outro;
  • apelidar, insultar, difamar e menosprezar o outro, com propósito maldoso;
  • perturbação e intimidação do outro, usando de assédio psicológico ou de agressões físicas repetitivas como empurrões, socos, beliscões, etc.

                       
Algumas atitudes são comuns em quem comete bullying: apelidar, ameaçar, xingar, agredir, hostilizar, tiranizar, dominar, perseguir, discriminar, excluir, isolar, intimidar, bater, chutar, empurrar, furtar ou destruir pertences do outro, etc.
                       
Hoje, o bullying não é mais tratado como um fenômeno exclusivo da escola e sim, é definido como um problema de saúde pública.
                       
Pais e professores devem estar atentos ao comportamento dos estudantes – crianças e adolescentes. Identificar alunos que são vítimas, agressores ou espectadores é muito importante para que um trabalho possa ocorrer. Em todos os casos de bullying, sejam nos casos de comportamentos passageiros, sejam nos mais graves e perversos, é preciso que a escola elabore estratégias e junto as famílias, trace um plano para a recuperação de todos os envolvidos.
                       
É importante lembrar que um olhar mais atento do adulto para todas as atitudes das crianças e adolescentes, podem evitar muitas dificuldades psicológicas e de convívio social vividas no cotidiano.
                       
O estímulo ao diálogo, a escuta atenta, a construção de verdadeiros vínculos afetivos, o estímulo à reflexão, a participação ativa dos pais na vida social e escolar dos filhos, a orientação a responsabilização pelo que se faz ao outro e o estabelecimento de limites bem definidos, são ferramentas importantes para essa educação “preventiva”.
                       
A identificação precoce do bullying nas escolas, a informação sobre o assunto, o olhar atento aos comportamentos apresentados pelas crianças e adolescentes e uma integração escola e família, são suficientes para que um trabalho pedagógico possa ser realizado com sucesso. Uma intervenção precoce possibilita um plano de ação que pode evitar prejuízos acadêmicos e no relacionamento social dos jovens envolvidos. Quais dicas poderiam ser dadas aos pais e responsáveis?

  1. Converse com seu filho sobre o bullying, suas manifestações e consequências;
  2. Converse com seu filho sobre a importância do respeito mútuo e do respeito às diferenças; dê exemplos positivos no cotidiano familiar;
  3. Mostre que a violência sempre deve ser evitada; valorize os vínculos afetivos e o diálogo;
  4. Tente perceber e identificar mudanças de comportamento em seu filho e  divida as impressões com a escola.
  5. Dialogue sempre  com seu filho e realize com ele, atividades esportivas ou de lazer;
  6. Explique ao seu filho claramente as regras e as consequências do não cumprimento destas ( limites );
  7. Proponha acordos e privilégios em casos de atitudes positivas; as elogie sempre que ocorrerem e retire privilégios em caso do não cumprimento dos acordos. Evite punições físicas. O diálogo e o cumprimento de regras claras e acordadas, reforça a construção de vínculos afetivos fortes e verdadeiros.
  8. Comunique-se com professores e coordenadores sempre que julgar necessário.


A integração entre a família e a escola, comprometidas com a saúde e o bem-estar das suas crianças e seus adolescentes e jovens, é fundamental para a criação de um ambiente saudável e acolhedor, que os protegerá das inúmeras condições as que estão expostos. Não há fórmulas ou receitas prontas, que ensinem como ser bons pais ou educadores, mas a informação, a união, o amor, o diálogo e o olhar atento, são fundamentais para a difícil jornada que é a educação.

Denise Philot.
Coordenadora Pedagógica da Babylândia&Atuação Escola Bilíngue


8  Indicação de sites:
Ø Indicação de livros:
Transtornos comportamentais na Infância e Adolescência – Gustavo Teixeira. Ed. Rubio.
O Reizinho da casa – Gustavo Teixeira – Ed. Rubio.
Bullying, mentes perigosas nas escolas – Ana Beatriz Barbosa Silva – Ed. Fontanar.
Limites sem trauma: construindo cidadãos – Tânia Zagury – Ed. Record.



segunda-feira, 17 de setembro de 2012

O DIA DAS CRIANÇAS PODE SER MUITO MAIS ESPECIAL DO QUE VOCÊ IMAGINA.


O Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro tem cerca de 50 (cinquenta) crianças internadas com as mais diversas enfermidades, desde pneumonia até AIDS e leucemia. Várias dessas crianças não têm família ou não podem sair do hospital, pois recebem medicação específica, que não poderia ser ministrada em casa. 

É por esta razão que levamos a festa do Dia das Crianças até o hospital. 

Juntos, podemos fazer do Dia das Crianças um dia muito mais especial. Por isso, gostaríamos de contar com a sua colaboração, enviando um brinquedo que será entregue no dia da comemoração pelo dia da s crianças: dia 09 de outubro de 2012 (3ª feira). A faixa etária varia desde bebês até “crianças com 17 anos”.
Na entrada da escola haverá uma caixa, onde os pacotes poderão ser colocados. Se possível, sugerimos que você e seu filho escrevam um cartão, uma mensagem para a criança que irá receber o presente. Os embrulhos deverão estar etiquetados com o sexo e com a faixa etária do presente, facilitando, assim, na hora da distribuição.

Já realizamos essa ação há alguns anos e para este ano, já conseguimos muitas doações: ornamentação, trenzinho de lanches, refrigerantes, revistinhas para colorir e alguns brindes. Mas, ainda assim precisamos de sua colaboração.
Converse com seu filho a respeito desse ato de solidariedade e amor ao próximo.


“Se temos de esperar, que seja para colher a semente boa que lançamos hoje no solo da vida. Se for para semear, então que seja para produzir milhões de sorrisos, de solidariedade e amizade.”
                Cora Coralina

Muito obrigada
Maria Cláudia M. Sampaio
Direção
claudia@babylandiaeatuacao.com.br

Thanks to http://www.freedigitalphotos.net/


Veja aqui as fotos desse dia que foi, com certeza, muito mais especial do que se poderia imaginar. Graças a você isso foi possível. Muito obrigado.

















quinta-feira, 23 de agosto de 2012

NATAÇÃO - Uma excelente atividade para o seu filho!


Informações sobre essa atividade extra: (21) 2625 8640/ 2627 4764 / 3601 7588



Você quer saber alguns dos benefícios proporcionados pelas atividades físicas? Então vamos lá: melhora a capacidade cardiorrespiratória, o tônus, a coordenação, o equilíbrio, a agilidade, a força, a velocidade, desenvolve habilidades psicomotoras como a lateralidade, as percepções tátil, auditiva e visual, as noções espacial, temporal e de ritmo, sociabilidade e autoconfiança.

Não podemos nos esquecer de um aspecto fundamental: a criança não deve ser obrigada a fazer aquilo que não gosta. Deixe que ela escolha a sua atividade física. Segundo a Academia Americana de Pediatria, 75% das crianças obrigadas a fazer esportes de que não gostam, até os 15 anos, param de praticar e ficam sedentárias.
A natação é o esporte que pode fazer parte da vida da criança logo nos primeiros meses. É praticada de forma lúdica e recreativa, sem compromisso com as técnicas, para uma adaptação ao meio líquido.
Esse esporte contribui para desenvolvimento do ser humano integral, nos aspectos cognitivo, emocional e social. Também é incontestável a eficácia e a eficiência da natação para a melhoria do aspecto físico e da postura essenciais para o desenvolvimento motor do bebê.
Na natação, a criança pode experimentar os movimentos novos que aprende sem traumas de um tombo como rolar, movimentar perninhas e bracinhos. Além de tudo, é um meio aconchegante oferecido pela água morna.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

HOJE É DIA DO FOLCLORE - Jogue e aprenda

Para comemorar o Dia do Folclore postamos um jogo super bacana. Ele ajuda a identificar as figuras que compõem as histórias mais populares do nosso folclore. Jogue, aprenda e divirta-se!
1. Clique em "JOGAR"
2. Arraste a lupa sobre a imagem
3. Quando aparecer uma imagem familiar clique com a lupa em cima dela.
4. Pronto. Descubra quem é.

Babylândia e Atuação





quinta-feira, 9 de agosto de 2012

CONCURSO CULTURAL “Meu Pai e Eu, uma foto para recordar.”

Olá!
Nosso Concurso Cultural já está no ar!
Para fazer uma homenagem super bacana para os pais no Dia deles, criamos um Concurso Cultural.
Qual o prêmio?
Um almoço ou um jantar no Restaurante Palludo. Gostou? Super bacana!

É muito fácil participar:
1. Produzam uma foto bem bacana, - Pai e  filho, ou filhos.
2. Você e/ou seu filho precisam "curtir" a Página da nossa escola ( o link está logo abaixo)
3. Sigam o PASSO-A-PASSO abaixo.
4. Depois peçam a todo mundo para "curtir" sua foto postada em nossa Página.
A foto mais "curtida" vai ganhar o prêmio.

Mas atenção: o Concurso só é válido para alunos, e pais de alunos de nossa escola.



Para ler o regulamento clique aqui

PASSO-A-PASSO


  1. Acesse e “Curta” a  Página http://www.facebook.com/BabylandiaeAtuacao da escola para publicar sua foto.



2. Clique em Foto/Vídeo ( abrirá uma janela)














3. Clique agora em “Enviar foto/vídeo”





















4. Clique em escolher arquivo.
















5. Selecione a sua foto.


6. Escreva o nome do Pai e da Criança, ou Crianças que aparecem na foto.
7. Clique em “Publicar”.
8. Pronto. Sua foto está publicada. Agora peça para que amigos e parentes “curtam” sua foto.     
Agora peça pra todo mundo "curtir" sua foto com o seu pai. A foto mais “curtida” será a ganhadora do prêmio do nosso Concurso Cultural